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Devo confessar que, em contrapartida ao meu amor pelos livros, tenho um leve ódio pelos filmes. Não que eu não os consuma, mas o nível de satisfação que a leitura me causa é incontestavelmente maior. De uns tempos pra cá, tenho devorado muitas obras que, posteriormente, foram parar nas telinhas: A Volta Ao Mundo Em 80 Dias, de Julio Verne e O Poderoso Chefão, de Mario Puzo, são alguns dos exemplos.

Jamais imaginei que o grandioso filme de Steven Spielberg, Jurassic Park, fosse baseado em um livro. O Parque Dos Dinossauros, do americano Michael Crichton, foi sucesso de vendas na década de 90. A impressionante aventura, que conta como o avanço da ciência pôde se tornar um dos piores pesadelos do planeta, encantou os aficionados pela tecnologia e história.

John Hammond, proprietário da InGen – multinacional especializada em engenharia genética -, teve a ideia de construir um parque turístico que a humanidade jamais pudesse imaginar. Construído numa ilha remota da Costa Rica, a Islã Nublar, o local tinha o objetivo de se parecer com a Terra no período Jurássico e Cretáceo, cujos animais confinados são dinossauros.

Henry Wu é o geneticista responsável pela criação das mais de trezentas espécimes produzidas com a mais recente tecnologia genética. Para o criador, suas crias foram planejadas com o controle absoluto dos computadores, porém, algo dá errado e os animais passam a apresentar reações inesperadas aos seres humanos.

Dentre os outros personagens que fazem parte da aventura, está o paleontólogo Alan Grant e sua assistente Ellie Sattler, que foram convidados para conhecer o parque. Ian Malcolm é um matemático que acredita avidamente na “teoria do caos” e, a partir dela, prevê que a ideia de transformar os dinossauros em animais domésticos daria errado.Tim Murphy e sua irmã, Alexis, são netos de Hammond. Foram convidados pelo avô, a fim de que convencessem Donald Gennaro, seu sócio, a finalmente colocar o parque disponível para o público.

Ed Regis era o relações-públicas responsável pelo marketing, Dr. Harding era o veterinário e Robert Muldoon era o encarregado pela segurança do local. Dennis Nedry foi o supervisor do projeto temático, mas sua ambição fez com que a história tomasse outro rumo ao tentar roubar os embriões da InGen para uma empresa concorrente, a Biosyn. Por conta disso, seu fim foi extremamente trágico.

O parque fora projetado para ser o mais seguro do mundo e gerar muito dinheiro para o seu dono. Ao perder o controle de segurança, os dinossauros, que até então haviam sido estudados apenas por ossos fossilizados, surpreenderam todos os personagens. Eles eram a prova de que, mesmo após milhões de anos, não era possível dominar a natureza e suas criações.

Após um longo período de luta e muitas mortes, tanto dos dinossauros quanto dos humanos, o sonho de Hammond em criar o único parque temático do mundo com seres antigos teve de ser destruído. A aventura, que deveria chegar ao fim após a explosão da ilha, termina com a sensação de que muita coisa ainda irá acontecer.

Conforme relatei no começo, meu interesse por filmes é mínimo. Por mais que o filme Jurassic Park tenha passado na Sessão da Tarde, da Rede Globo, mais de um milhão de vezes, nunca tive curiosidade para conferi-lo. Agora, com o êxtase pós-leitura, sinto a extrema necessidade de experimentar um dos maiores sucessos da história do cinema.

Apesar de prever as diferenças entre o livro e o filme, a adaptação possui três continuações e a quarta edição tem lançamento previsto para 2014. Acredito e espero que a fidelidade não sejam muito variáveis, a fim de que não mudem a minha opinião sobre a genialidade da obra. No entanto, recomendo a literatura mesmo sem ter assistido nenhum filme, visto que a riqueza de detalhes e a veracidade das palavras valem mais do que as imagens.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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