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Duvido que exista alguém no mundo que nunca tenha ouvido falar da famosa baleia branca que conseguiu destruir todos os caçadores de cachalotes. Moby Dick, do autor Herman Melville, é um livro repleto de aventuras imaginárias que conta a história de vários homens que fazem de tudo para conseguir capturá-la.

Ismael é um pescador que decide mudar de ramo: quer ser um caçador de baleias. Sendo assim, viaja para Nantucket, região nos Estados Unidos que é conhecida pelo sucesso da atividade. Durante sua estadia em uma hospedaria, ele conhece Queequeg, um canibal experiente na profissão marítima.

Chegado o dia do início da aventura, eles embarcam no The Pequod, navio comandado pelo capitão rabugento, Ahab. Além do seu caráter único, Ahab tem um objetivo: matar Moby Dick, a baleia responsável por deixá-lo sem uma perna durante uma de suas caçadas.

Enquanto os tripulantes estão interessados em obter lucros com as vendas de espermacete (gordura de cetáceos), produto fino utilizado na época, o capitão do Pequod continua alimentando o seu ódio pela cachalote. Acompanhado de Starbuck, Queequeg, Ismael, Stub, Flask, Tashthego e Daggoo, ele parte para a batalha munido de coragem, raiva e ambição.

Como se sabe, a vingança é um sentimento que dificilmente traz benefícios para quem o mantém. Portanto, era de se esperar que Ahab fosse derrotado por Moby Dick. Somente Ismael sobreviveu a caçada, experiência suficiente para que nunca mais tivesse vontade de viver no mar novamente.

Apesar da história parecer quimérica, a maioria dos relatos do livro Moby Dick são descrições fiéis de baleias, métodos de caça, embarcações e seus funcionamentos, bem como a sua venda e a fabricação de derivados.

A lição moral que fica, como na maioria dos livros clássicos, é de que não há nada, nem ninguém, capaz de vencer a natureza. Dentre outros aprendizados, Melville ressalta a importância de não cultivar características como, por exemplo a ganância e a ambição. O mais bacana desta história, na minha opinião, é ter a sensação de estar lendo alguma obra de Júlio Verne.

Observação: o nome e símbolo da maior rede de cafeteria no mundo, Starbucks, é uma homenagem ao personagem Starbuck.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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