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Você sabe o que faz um relator público e qual a sua importância? Não? Pois é, eu também não sei (quer dizer, não sabia). É engraçado – e vergonhoso – saber que daqui alguns anos serei uma profissional de comunicação e não ter a mínima ideia das funções e objetivos dos colegas de trabalho que agregam valor ao meu futuro cargo de jornalista.

No livro Curso de Relações Públicas, do professor Cândido Teobaldo de Souza Andrade, é possível entendermos o que é Relações Públicas e como funcionam as relações com os diferentes públicos, bem como entender as suas diversas ramificações.

Primeiramente, para entender do que se trata essa profissão, é preciso compreender como é a formação, o comportamento e as características do conceito de público e opinião pública. Somente a partir daí poderemos desmembrar as funções e as estruturas dos serviços oferecidos pelos relatores públicos.

Dentre as principais atividades desenvolvidas por este profissional, estão a assessoria e a pesquisa, que são extremamente importantes para lidar com o público, seja ele geral, interno ou externo.

Andrade também discorre como trabalhar com a imprensa, a comunidade, as escolas, os acionistas, revendedores e fornecedores; os concorrentes, os poderes públicos e com os públicos internacionais. Todos eles fazem parte da estrutura e dos fundamentos dos estudos que envolvem as Relações Públicas.

Apesar de parecer um termo assombroso, as “Relações Públicas” estão presentes em nosso cotidiano: desde um atendimento no supermercado a uma solicitação de serviços médicos. Quando os fundamentos são colocados em prática e com eficiência, os objetivos de relacionamento são atingidos facilmente.

É importante ressaltar que a palavra-chave de um relator público é interpretação, visto que ele é o profissional designado a lidar com as necessidades dos mais diferentes públicos. Segundo o ditado popular, “a primeira impressão é a que fica”. Portanto, nada mais justo que fazermos analogia a frase de Dominique Pire:

“A paz não é a simples ausência de guerra, o silêncio dos canhões, mas a criação de um clima de compreensão e respeito mútuos. O diálogo não consiste em expor o meu ponto de vista aos que pensam de maneira diversa da minha; consiste em por provisoriamente entre parênteses o que eu penso, para tentar primeiro compreender o ponto de vista dos outros e ver o que há de apreciável nele. A paz é a harmonia nas nossas diferenças.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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