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É impossível explicar o alívio que sinto no término de um livro de crime e suspense. Ver aquele misto de enjoo com ansiedade ser libertado quando chega a última página é, sem dúvida nenhuma, uma das melhores sensações que a literatura pode oferecer a alguém que carrega nas veias uma paixão por quebra-cabeças.

O Silêncio Dos Inocentes, do autor Thomas Harris, ficou conhecido mundialmente quando sua história foi adaptada para as telonas. Vencedor, inclusive, de grandes premiações como o Oscar, Globo de Ouro, BAFTA e também no Festival de Cinema de Berlim, com a direção de Jonathan Demme e atuações de Jodie Foster e Anthony Hopkins.

“A ambição é um pecado muito material. Começamos a ambicionar coisas tangíveis, começamos com o que vemos todos os dias.”

Clarice Starling é uma estagiária do FBI escalada por Jack Crawford para entrevistar um criminoso psicótico e canibal, Hannibal Lecter, visto que um assassino em série está matando mulheres e deixando como pista uma mariposa alojada nos corpos das vítimas.

Lecter, a princípio, é uma das pessoas que pode fornecer informações sobre quem estaria cometendo esses crimes e o porquê. Starling consegue alguns dados e, a partir daí, segue as pistas (que mais se parecem enigmas) deixadas pelo ex-psiquiatra.

Catherine Martin, filha da senadora Ruth Martin, é a última vítima do serial killer, sendo aprisionada num poço aberto no porão de uma casa herdada por Jame Gumb da Sra. Lippman. Ao seguir os indícios da primeira vítima, Starling consegue descobrir o esconderijo de Gumb e, finalmente, decretar seu fim com um tiro no peito.

Outros personagens também estão envolvidos na trama. Dr. Frederick Chilton, médico responsável pelo manicômio onde Lecter era mantido refém. Ardelia Mapp, colega de quarto do alojamento onde Starling vivia durante os seus períodos de faculdade. Roden e Pilcher, estudiosos que descobriram a espécie de mariposa cultivada pelo assassino; dentre outros.

Existem personagens que possuem a capacidade de mexer com o nosso psicológico. Eu, por exemplo, nunca consegui compreender como os autores criam as características daquele que, evidentemente, são os combustíveis de uma história. E não há como negar: sempre fica um pouco deles em nós.

Difícil aceitar que a maioria das nossas atitudes são estudadas e possuem ação lógica e premeditada. Considero extremamente angustiante saber que penso no óbvio e que você, leitor, talvez não consiga sentir o mesmo que eu sinto. Nascemos todos com a mesma concepção, o que difere um dos outros é a capacidade de interpretação.

“Corromper débeis mentais é exatamente como jornalismo, você tem que dizer-lhes o quê, quando, onde e como. Eu penso que o porquê se torna evidente a medida que você prossegue.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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