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Quando era criança, sempre gostava de filmes e desenhos animados sobre piratas e tesouros. Me encanta saber que histórias desse tipo ainda sobrevivem ao tempo, já que estamos em um mundo fadado a contos de amor sobre vampiros, anjos ou seja lá o que for. A Ilha do Tesouro, do autor Robert L. Stevenson, mostra a graciosidade de se imaginar em uma verdadeira aventura à la “caça ao tesouro”.

Filho de proprietários de uma pequena pensão localizada no litoral, Jim Hawkins vive diversas aventuras após a estadia de um pirata na região. Ouvia-se falar de um tesouro que todos desejam por as mãos, cujo dono era um tal de capitão Flint. Após a morte de Bill, o único que tinha o mapa da fortuna, Hawkins reúne um grupo para achar o tesouro.

Ao embarcar no navio Hispaniola com dr. Livesey, Lorde Trelawney, Smollett, John Silver e outros marinheiros, Hawkins percebe que alguns tripulantes planejam ficar com o tesouro para si e não dividir com os demais envolvidos. Após a chegada na Ilha do Tesouro, conhece Ben Gunn, um marinheiro abandonado por Silver que planeja a sua vingança e decide ajudar Hawkins a achar o baú.

Depois de muitas aventuras envolvendo mortes e contratempos, o local do tesouro finalmente é encontrado. Porém, alguém havia encontrado a fortuna antes da chegada do grupo. A surpresa foi descobrir que Ben Gunn era o responsável por encontrar as setecentas mil libras esterlinas que todos desejavam. Como não tinha uma embarcação para sair da ilha, Gunn foi obrigado a aceitar o acordo que envolvia a repartição do tesouro em troca de ajuda.

Escrito em 1883, A Ilha Do Tesouro é considerada a primeira obra publicada em que é citada um mapa do tesouro, no qual um baú é enterrado em um local marcado por um X. Todas as características de pirata, como perna-de-pau, egoísmo, vício por álcool e papagaio no ombro, tornaram-se popular com a história de Stevenson.

Apesar do livro ser direcionado para o público infanto-juvenil, é muito bom descobrir a origem de grandes personagens clássicos. Os vampiros de Stoker e os pescadores de Melville são exemplos de protagonistas que representam a verdadeira literatura. Sem querer desmerecer a nova geração de autores, mas é triste ver que os jovens leitores estão se apaixonando por personagens vazios. E como é triste.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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