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Mais uma vez, as histórias infantis tem ganhado espaço nas minhas horas de leitura. A Fantástica Fábrica De Chocolate, do britânico Roald Dahl, é, sem dúvida nenhuma, uma narrativa de encher os olhos e o amolecer o coração de qualquer leitor. Quem viu o filme, seja na versão de 1971 com Gene Wilder ou na de 2005 com o nosso querido Johnny Depp, entende o que estou sentindo.

Bom, acredito que a maioria das pessoas conhece a história do pobre menino chamado Charlie Bucket, que encontra o cupom dourado e visita a fábrica de chocolates do simpático e excêntrico Sr. Willy Wonka. E é claro que todos também se lembram dos engraçados “oompa-loompas”.

Todo mundo conhece a narrativa, mas será que alguém prestou atenção na bela lição de moral de A Fantástica Fábrica De Chocolate? O livro de Dahl, no meu ponto de vista, é uma crítica direta ao consumismo, egoísmo, ganância, gula, inveja e outras características negativas que as pessoas cultivam durante as suas vidas. Charlie é o personagem que representa a simplicidade, humildade, educação, dentre outras qualidades que deveriam estar presentes no nosso dia a dia.

A obra relembra aquele velho ditado popular: “o bem sempre atrai o bem”.

Observação: o filme de 2005, adaptado por Tim Burton, é bastante fiel ao livro. Confesso que gostei mais da adaptação cinematográfica e juro (juro mesmo!) que não é por causa do Johnny Depp. Quem puder ler o livro para comparar, perceberá a visão humanista que Burton dá aos personagens, principalmente ao Willy Wonka.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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