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Nesta semana, o vídeo mais compartilhado na minha (e também na sua) timeline foi sobre a “ação promocional de ‘Carrie’ assustar clientes em cafeteria de Nova Iorque”. Não resisti e aproveitei o meu fanatismo por Stephen King para devorar o primeiro livro do escritor norte-americano, Carrie, A Estranha.

Quem assistiu a “pegadinha” ou o trailer do filme deve ter ficado curioso para conhecer a personagem principal, Carrieta White, uma garota de estranha personalidade que, aos dezesseis anos, descobre que possui grandes poderes psíquicos, denominado pela ciência como “telecinética” (TC).

Durante toda a sua vida, Carrie White sofria humilhações dos colegas de classe da Thomas Ewen High School. Diversos eventos são narrados, mostrando a infância e adolescência difícil que Carrie teve que lidar em toda a sua vida. A chance de (re)começar uma nova etapa surgiu quando foi convidada para o Baile de Primavera, mas ninguém desconfiava que aquela seria a última vez que a personagem seria ofendida.

Ao ser coroada Rainha do Baile juntamente com Tommy Ross, a jovem recebe um banho de sangue de porco, o que fez com que Carrie decidisse usar os seus poderes para se vingar de todos aqueles que zombaram dela, inclusive a sua mãe, Margaret White. Por meio dos seus poderes psíquicos, ela destrói a cidade de Chamberlain, Estado do Maine, com um grande incêndio.

Poucas pessoas sobreviveram, e aqueles que viveram para contar a história, narram durante o livro através de depoimentos, documentos, notícias e transcrições. Carrie acabou falecendo, o que achei bastante previsível. Quem conhece Stephen King sabe que o autor não costuma deixar o “vilão” sobreviver (vide O Iluminado, A Coisa e Jogo Perigoso).

Mais uma vez, King conseguiu tirar o meu fôlego e, inclusive, horrorizar a minha mente por alguns momentos. Não sei se “criatividade” é a palavra certa, mas cada obra dele é uma caixinha de surpresas. É uma história tão crua e intangível que, às vezes, parece algo real, de causar pesadelos mesmo. Se eu fosse você, pensava duas vezes ao praticar bullying com alguém (risos)…

Observação: o livro foi adaptado para as telonas em 1976 e um remake será lançado em novembro/dezembro deste ano. O jeito é aguardar!

Fonte: Objetiva

Fonte: Objetiva

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