Home

Se eu tivesse que dizer qual foi a melhor coisa que aconteceu comigo durante os três anos e meio de Jornalismo, eu diria que foi conhecer a biblioteca. Você pode até achar estranha essa confissão, mas, quando você precisa de livros clássicos e antigos, esse é o melhor lugar para achá-los.

Desde que terminei a faculdade, estou sem critérios para ler porque quase nunca acho na internet os livros clássicos que eu quero. Mas, posso te dizer uma coisa? Isso é ótimo para conhecer novos autores. Foi em um desses devaneios de “meu Deus, o que ler agora?” que descobri a americana Tess Gerritsen e a sua obra Gravidade.

Apesar da semelhança do nome e contexto com o grande filme lançado por Alfonso Cuarón no ano passado, já deixo claro que os dois não possuem nenhuma relação. O livro é um misto de romance, ficção científica e thriller, capaz de atrair a atenção de qualquer leitor. Digo isso porque a minha leitura de Gravidade foi emocionante desde a primeira até a última página.

Por isso, sugiro que vocês fiquem apenas com a sinopse e depois me contem o que acharam:

“A pesquisadora Emma Watson está prestes a realizar a missão mais importante de sua vida: estudar o comportamento da vida terrestre no espaço. Escolhida pela Nasa para conduzir uma série de experimentos sobre o comportamento de organismos unicelulares, a Dra. Watson logo descobre a natureza aterrorizante desses organismos e precisa correr contra o tempo para conter uma doença mortal que pode ameaçar a Terra. Tess Gerritsen se aventura no campo do desconhecido, e o resultado é este suspense que mistura, de forma brilhante, ficção científica e medicina.”

Eu nunca fui fã de livros sobre ficção científica. Aquelas siglas, expressões e contextos específicos sempre me deram uma grande agonia. Só que no caso de Gerritsen, a situação é bem diferente: ela consegue levar o leitor para um outro mundo – literalmente – sem que ele precise ficar consultando um dicionário.

Mudando de assunto rapidamente, você sabia que eu tenho um critério de leitura estranho? Sempre que gosto do estilo de um autor, fico procurando outros que tenham a mesma pegada, sejam inspirações do próprio escritor ou, então, que sejam citados nas histórias. Foi assim que conheci John Fante, Jack Kerouac e Ernest Hemingway, citados frequentemente nos livros de Charles Bukowski.

Li na internet que Tess Gerritsen é uma espécie de Robin Cook e Patricia D. Cornwell na literatura. Não conheço o trabalho de Cook e Cornwell, mas acho que vale a pena incluí-los na lista de próximas leituras. Se você souber de mais autores similares, deixe um “alô, alô marciano” nos comentários.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s