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Deixei para falar sobre O Vampiro De Curitiba após duas semanas de leitura e agora me dei conta de que fiz uma grande burrice. Afinal, não consigo me lembrar o que comi no almoço de hoje, tampouco quem me indicou Dalton Trevisan.

Mais uma vez, vou ter que decepcionar os leitores com um texto vazio e sem conteúdo. O pouco que me lembro sobre a história de Nelsinho, uma espécie de maníaco sexual, é que ele é um homem que vagueia pela cidade de Curitiba, no Paraná, à procura de vítimas que possam satisfazer suas vontades.

Para ele (o personagem), não existe hora, lugar ou nem preferência física. Sendo assim, a analogia à palavra “vampiro” condiz exatamente ao que Nelsinho é: um homem com sede de sexo. Para isso, ele se utiliza de discursos baratos, roupas limpas, cabelos penteados e barba feita; não há uma só pessoa que resista ao ar enigmático.

Dizem as más línguas que o espírito libertino existe em cada um de nós. Na época em que O Vampiro De Curitiba foi escrito, acredito que a conotação erótica e sexual do livro tenha causado um pouco de polêmica. O linguajar de Trevisan mostra que os olhos podem sofrer com a violência das palavras tanto quanto a dor que um rosto sente ao levar um tapa.

Ainda bem que o meu estômago é de ferro.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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