Home

De uns tempos pra cá, a literatura científica tem dado as caras na minha lista e confesso que tenho me surpreendido positivamente com a experiência. Existe uma certa magia nas histórias de ficção que é basicamente impossível não criar uma paixão por essas narrativas recheadas de esperança e imaginação.

Entre as aventuras mais recentes, escolhi o clássico Minority Report – A Nova Lei, do americano Philip K. Dick, que reúne dez contos. Sim, o nome do livro é o mesmo que deu nome ao filme lançado em 2002, estrelado por Tom Cruise e dirigido por Steven Spielberg.

“A existência de uma maioria implica, logicamente, uma minoria correspondente.”

Quem não se lembra do sistema futurístico capaz de prever e evitar assassinatos, comandado pela polícia? No ano de 2054, seres paranormais são capazes de culpar e punir o responsável de um crime antes que ele seja cometido. Ou seja, como julgar uma pessoa de assassinato e prendê-la por algo que nunca aconteceu?

A questão só começa a fazer sentido quando um dos policiais da equipe é reconhecido pelo sistema e considerado um dos próximos assassinos. Eis que surge a seguinte reflexão: por que só mudamos o nosso julgamento sobre as pessoas quando precisamos provar a nossa inocência?

De todas as verdades implícitas no livro, acredito que Dick ressalta a nossa capacidade de mudar o destino, mas também a nossa incapacidade de percebermos isso. O futuro está aqui.

“Eu mato o que vive e salvo o que morre.”

Fonte: Saraiva

Fonte: Saraiva

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s