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Se eu tivesse que definir os meus gostos literários, diria que os romances policiais, as crônicas e o terror estão visivelmente no topo da minha estante. Pelo menos é o que eu tenho reparado nos últimos dois anos. Pois bem. Quem já viu minha estante no Skoob deve ter visto que as minhas leituras são um tanto aleatórias e fogem bastante do que acabei de dizer nas primeiras linhas.

Lembro que já tinha até comentado por aqui que costumo seguir muitas indicações literárias. Na maioria das vezes, acabo prosseguindo com essa atitude por gostar demais da pessoa que me indicou. Essa é a verdade. Porém, não costumo culpá-las quando ocorre uma decepção ou um leve desânimo. Isso acontece muitas vezes comigo e sei que, às vezes, não estamos em um bom momento na vida. Acontece, gente.

Pedi para um rapaz que estava ficando na época para me ajudar a escolher a próxima leitura. Um deles era Lugar Nenhum, do americano Neil Gaiman. E o outro era Lincoln, da também americana Doris Kearns Goodwin. Meu coração dizia (e gritava) que eu deveria escolher a obra de Gaiman, que estava paquerando há um bom tempo, aliás. Só que, mesmo com a sinceridade do guri em me dizer que “se o filme era chato, imagina o livro” – desculpa Spielberg e Goodwin –, embarquei em Lincoln.

Bom, já vou adiantando que eu não vou fazer uma linda palestra escrita sobre a história de Abraham Lincoln. O pouco que você deveria saber sobre ele já foi dito por seus professores, a Wikipédia tem um enorme artigo à sua disposição e agora temos um filme disponível nas locadoras. Desculpa se pareci grosseira, mas essa é a verdade.

O que eu quero ressaltar aqui é o excelente trabalho de Doris em reunir, com detalhes extremamente minimalistas, as informações sobre um dos mais memoráveis políticos mundiais. Vale ressaltar o comportamento humano de Lincoln em lidar com as diversas situações críticas que, até um país da magnitude dos Estados Unidos, é capaz de sofrer. Afinal, dizem que é somente nas horas de pressão que conseguimos enxergar a verdadeira alma das pessoas.

E, apesar de todas as adversidades impostas pela vida, sempre reconhecemos um líder na sua mais pura essência.

“A ambição é uma paixão, ao mesmo tempo forte e insidiosa, e tem grande propensão a roubar de um homem sua felicidade e sua verdadeira respeitabilidade de caráter.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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