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“A gente sempre gosta mais das coisas que não têm.”

Eu sempre acho que o nosso estado de espírito influencia em todas as atividades cotidianas que desenvolvemos. Acho também que um livro, em sua simplicidade, consegue influenciar o nosso modo de ver as coisas. Dá para ficar triste e feliz em apenas alguns minutos de leitura. E também dá para levar um pouquinho de cada história conosco, mesmo após a última página.

Deixei para escrever sobre o livro Poliana, da autora Eleanor H. Porter, após um bom tempo. Sei lá, às vezes não estamos inspirados para contar uma coisa que, para muitas pessoas, soa como banal. Inclusive para mim. Embarquei nessa viagem em um feriado de Carnaval e eu só consegui falar sobre essa obra hoje, alguns meses depois. Já dizia o ditado popular: “antes tarde do que nunca”.

“Quando a gente dorme, respira mas não vive. ‘Viver’ é fazer o que nos agrada […]. Respirar somente não é viver.”

Poliana esteve na minha lista de leitura por muito tempo. Era uma questão de feeling saber quando seria a hora certa de conhecê-la. Estava em um momento bagunçado da minha vida e saber que uma simples literatura infanto-juvenil me ajudou a encarar as coisas sob outro ponto de vista parece até um pouco mágico. Vai entender, gente. Mas, se eu fosse você, não pensaria duas vezes.

Como vocês sabem, os livros desse gênero costumam ser um tapa na cara dos adultos que “sempre acham que sabem um pouco de tudo”. A verdade é que a gente nunca sabe de nada. Nem quando vai achar lindo e emocionante a história de uma menina de 11 anos, órfã e pobre, que se muda para a casa da tia conhecida por sua severidade, e consegue amainar todos os corações de pedra que encontra pelo caminho. Entre eles o meu.

Desde fevereiro, eu tenho encarado os dias como se fossem um “jogo do contente”. Confesso que, para uma pessimista, é difícil jogá-lo. Às vezes, parece até impossível. Mas, com um pouquinho de força de vontade, tenho levado um pedaço da Poliana comigo. Obrigada, Eleanor.

“O que as criaturas desejam é encorajamento. Não se devem censurar sistematicamente os defeitos de alguém, mas apelar para suas virtudes. Ao tentar afastar uma alma do mau caminho, deve-se descobrir e fortalecer o melhor de sua índole, o lado bom que ainda não aflorou. A influência que o bom caráter exerce é contagiosa e pode revolucionar uma vida inteira… Todas as criaturas irradiam o que pensam e o que trazem no coração. Se alguém se mostra submisso e serviçal, a recompensa vem sempre na mesma moeda e com juros… Quem procura o mal, certamente o encontrará. Mas quando se procura o bem na esperança de encontrá-lo, logo o bem aparecerá.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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