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Demorei tanto tempo para escrever um texto sobre a minha experiência em O Som E A Fúria, do americano e vencedor do Nobel de Literatura, William Faulkner, que a minha memória simplesmente falhou. É isso mesmo. Estou aqui tentando lembrar qualquer capítulo, parágrafo ou até o nome dos personagens, mas não consigo nem me recordar porque eu dei quatro estrelas (de cinco no total) para o magnus opus desse autor.

Considerando o fato de que estou devendo essa resenha há mais de quatro meses, queria pedir a permissão de vocês para liquidar esta dívida, porém, sem um texto decente. Não sei o que passava na minha cabeça quando li essa obra, mas uma das poucas coisas que lembro era de um capítulo sem pontuações, o que me fez ter uma enorme dificuldade para entendê-lo.

Como forma de me redimir desse grande erro, deixo aqui a minha promessa registrada de que, daqui algum tempo, vou retomar a leitura e reescrever os meus devaneios com mais precisão. Deixo aqui também um link para a página do livro no Skoob, onde é possível encontrar resenhas completas e de qualidade, feitas por leitores que realmente apreciam uma boa literatura.

De todo modo, aproveito para ressaltar os parágrafos que, de alguma forma, chamaram a minha atenção e que, de alguma forma, demonstram que O Som E A Fúria me fez refletir. Perdoem-me.

“Dou-lhe este relógio não para que você se lembre do tempo, mas para que você possa esquecê-lo por um momento de vez em quando e não gaste todo seu fôlego tentando conquistá-lo. Porque jamais se ganha batalha alguma, ele disse. Nenhuma batalha sequer é ligada. O campo revela ao homem apenas suas própria loucura e desespero, e a vitória é uma ilusão de filósofos e néscios.”

“Não é quando você se dá conta de que nada pode ajudar você – nem religião, nem orgulho, nem nada – é quando você se dá conta de que não precisa de ajuda nenhuma.”

“As mulheres são assim: elas não adquirem conhecimento sobre as pessoas, como nós, elas nascem com uma fertilidade prática de desconfiança, que gera frutos de vez em quando, normalmente com motivo. Elas têm uma afinidade pelo mal, dão ao mal o que lhe falta, puxam o mal para junto delas, de modo instintivo, como quem puxa as cobertas ao adormecer, fertilizando a mente para o mal até ele cumprir seu objetivo, tenha este existido ou não.”

“Nunca prometo nada a uma mulher, nem aviso a ela o que vou lhe dar. Com mulher é assim que se deve fazer sempre. Para ela ficar sempre na expectativa. Se você não conseguir encontrar nenhuma outra maneira de surpreendê-la, dê-lhe um soco na cara.”

“Afinal, é como eu digo, dinheiro não tem valor; o que vale é a maneira como a gente o gasta. Ele não pertence a ninguém, de modo que não faz sentido tentar estocar. O dinheiro só pertence ao homem que consegue ganhá-lo e guardá-lo.”

“Já aprendi que quando um homem começa a se repetir, a melhor coisa a fazer é deixar que ele fique se repetindo. E quando um homem enfia na cabeça que ele precisa dizer a você uma coisa para o seu próprio bem, até logo.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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