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VENCEDOR DO PULITZER. Estava passando os olhos pela minha biblioteca no iBook quando vi essa frase na capa de um livro que, por si só, não me chamaria a atenção. A VISITA CRUEL DO TEMPO. Opa, agora estávamos falando o mesmo idioma e senti aquela bonita atração entre livro e leitor que só quem já passou por isso sabe. JENNIFER EGAN. Aquela coçadinha na cabeça e um suspiro profundo de “vamos ver no que vai dar”.

Eu sempre costumo dizer que não existem livros bons ou ruins. Quer dizer, existem sim. Mas, na minha escala de opinião, “bom” ou “ruim” está bem mais próximo do nível de interpretação que consegui ter da obra do que a verdadeira qualidade do autor. Não preciso dizer que a americana Egan possui uma escrita excelente e digna de Pulitzer. Só que não rolou a tal da química, sabem?

Como leitora, preciso confessar que tenho uma característica que muitos autores devem odiar em seu público: preguiça. Ah, a bendita preguiça que nos mata e corrói. Que faz a gente terminar um livro só por terminar e ainda correr lá para o Skoob e dar duas estrelinhas. Quem nunca, não é mesmo?

A Visita Cruel Do Tempo é uma obra com muitos personagens, dos quais quase nenhum se destaca. Você vê o nome “Bennie Salazar” ser citado nas sinopses, mas demora um bocado de páginas para entender quem ele realmente é. Partindo desse princípio, não dá para amar um livro assim. Passa aquela sensação de ignorância fatal, na qual você teria vergonha de comentar com um amigo que já leu esse livro porque não sabe explicar o contexto dele.

E eu me sinto tão ignorante com esse livro que não consigo nem ao menos escrever um parágrafo sobre. Nem escrever duas linhas dizendo quem são os personagens, quais suas características e se teve final feliz. Espero que vocês me perdoem por essa gafe e, caso tenham se aventurado com a obra, aceitem um passeio na praça para falarmos sobre isso. Boa sorte.

“A fronteira entre pensar em uma pessoa e pensar em não pensar nessa pessoa é bem tênue, mas tenho a paciência e o autocontrole necessários para passar muitas horas caminhando sobre essa linha – dias, se preciso for.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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