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Uma das coisas que você só aprende quando envelhece é o valor das coisas. Não me refiro especificamente ao valor financeiro, aquele que a gente tira algumas notas ou um cartão de crédito para pagar/receber, mas, sim, daquele valor pessoal, que traz sentimentos e muitos aprendizados. Tenho certeza de que, se eu começasse esse texto perguntando “qual é a coisa mais importante na sua vida?”, você me responderia algo intangível. E se respondesse o contrário, eu apenas esperaria mais alguns anos para te fazer essa pergunta novamente.

“Se não estabelecermos prioridades, alguém fará isso por nós.”

Quando comecei a leitura do livro Essencialismo, do britânico Greg McKeown, estava me sentindo como um avião em turbulência, correndo o risco de cair a qualquer momento. Afinal, assim como é preciso o tempo passar e envelhecermos para aprendermos o valor das coisas, também é preciso que esse mesmo tempo passe para que passemos a dar valor para as coisas certas e na hora certa. Parece aquele famoso papo de um churrasco de família no domingo, mas que atire a primeira pedra quem nunca se pegou “palestrando” uma frase ou pensamento de autoajuda.

“A capacidade de escolher não pode ser dada nem tirada; só pode ser esquecida.”

Imagine que todos aqueles conselhos que você recebeu na vida, desde a infância até o presente momento, estão reunidos em um livro só. É exatamente isso o que McKeown faz. Ele reúne as verdades que todo mundo diz que você tem que fazer ou tentar ser, mas que nunca deu importância porque simplesmente não era a coisa certa na hora certa – pelo menos no momento em que aconteceu. Isso vai desde o “dê menos atenção para tal coisa” ao “aprenda a falar não para aquilo”.

“Às vezes, o que você não faz é tão importante quanto o que você faz.”

Agora, imagine você lendo tudo isso em um momento só da sua vida – seja um momento bom ou ruim. Essencialismo é como um puxão de orelha de mãe, uma bronca de amiga ou um conselho de vô: você ouve, mas precisa estar no momento certo da sua vida para entender o quão precioso são aquelas palavras. Pra mim, McKeown foi como um balde de água fria, me chamando pra realidade e me ajudando a entender como realmente sou, tanto profissionalmente como pessoalmente. Não é preciso ser um matemático para saber que, na maioria das vezes, o ditado popular “menos é mais” é um tapa na cara pra acordarmos.

“Só é realmente livre aquele que sabe estabelecer limites.”

O conteúdo do livro é basicamente composto de exemplos empresariais que podem ser facilmente aplicados a vida de qualquer ser humano. Escolher, discernir, perder, ganhar, escapar, olhar, brincar, dormir, selecionar, esclarecer, ousar, descomprometer, editar, limitar, prevenir, subtrair, avançar, fluir, focalizar e ser. Esses são os verbos que devem te perseguir por toda a vida para que todos aprendam a importância de dar atenção somente ao que é essencial para nós. Agora, só você pode definir o que realmente é essencial na sua vida. Faça a leitura e descubra a sua essencialidade. Vale a pena.

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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