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Eu não sei se vocês já passaram ou sobreviveram a um bom tempo sem computador, mas preciso confessar que é uma infelicidade ser da geração Y. Fiquei quase um mês sem notebook e, pra mim, foi quase um prelúdio do inferno, já que não pude fazer as minhas resenhas no “timing” que eu gostaria e ainda atrasei os meus estudos.

Além de já ter comentado sobre os tristes atrasos na minha leitura, agora estou tentando correr atrás e colocar os textos em dia. Portanto, vou cortar a conversa e já ir direto ao assunto: H. G. Wells. Acredito que a maioria aqui já deve ter ouvido falar desse famoso autor britânico, considerado um clássico da literatura mundial.

Embarquei no final de janeiro em A Guerra Dos Mundos, uma obra que já havia tentado ler nos meus tempos de faculdade, mas que, por algum motivo que não sei explicar, acabou me fazendo postergar a leitura mesmo eu sabendo da enorme importância disso no meu acervo.

Bom, ao contrário da primeira impressão que tive em alguns anos atrás, devo confessar que esse livro me surpreendeu. Um dos motivos é por ter sido escrito no início do século XX e não ter aquela linguagem formal da época (acho isso um porre). Só por causa disso já ganhou muitos pontos comigo. Outro fator é a ficção científica ter sido abordada de forma não tão chata, como eu costumo esperar de livros desse gênero.

Também tem outro ponto que eu gostaria de ressaltar: A Guerra Dos Mundos é uma narrativa de um personagem principal sem nome. Não vejo nada de especial nisso, mas chega até a ser uma coisa interessante, já que o leitor costuma se apegar muito aos personagens de uma história.

Quanto a história, não há muito o que explicar. Trata-se dos relatos de um homem que está presenciando a chegada dos marcianos em nosso planeta por meio de meteoros. Ao fugir com sua mulher para uma cidade de Londres, ele percebe que os novos habitantes da Terra não estão em missão de paz, travando assim uma guerra com os seres de Marte.

O resultado? Deixo pra vocês descobrirem com a leitura. Mas, consigo adiantar que não foge do normal nem é inesperado. A Guerra Dos Mundos é uma obra boa sim, mas acredito que seja apenas porque foi algo genial para a época em que foi escrito. Aproveito então para perguntar: vocês acreditam que um dia isso acontecerá com o nosso planeta (uma invasão de habitantes do planeta Marte por aqui)? Risos.

Observação: o filme Guerra dos Mundos, de Steven Spielberg, foi baseado na história de Wells. Como não assisti, não posso dar a minha opinião. Ah, tem outra curiosidade também! O radialista Orson Welles transformou A Guerra Dos Mundos em programa jornalístico na CBS, durante o ano de 1938, fazendo com que os ouvintes pensassem que a transmissão era um fato real, e não um programa de ficção.

“Além disso, morrer não é tão horrível assim; é o medo que torna a morte ruim.”

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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Um pensamento em “A Guerra dos Mundos (Wells, H. G.)

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