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Perdi as contas de quantas obras já li do mestre do terror. Tudo começou timidamente com O Iluminado e, hoje, acabo de terminar Cujo, um livro que mostra a singularidade e a capacidade de se reinventar do norte-americano Stephen King. Lançado pela Suma de Letras em 2016, a obra faz parte da Biblioteca Stephen King, uma coleção que trará as melhores histórias do autor (em março, teremos o lançamento de O Bazar Dos Sonhos Ruins).

Já tive oportunidades de conhecer o Stephen King da década do século XX e também dos tempos atuais, onde podemos ver uma grande diferença no seu jeito de aterrorizar as mentes dos leitores. Neste caso, Cujo é uma história que se aproxima mais dos medos que a maioria das pessoas tem: cachorros bravos. Além disso, a obra é uma porta de entrada para uma crítica bastante comum nas histórias de King, que é o bullying. E pasmem: o autor se inspira em situações que viveu para escrevê-las.

Cujo tem como personagem principal um cachorro da raça São-Bernardo de 90 kg, que em uma de suas brincadeiras acabou se enfiando em um buraco e tomando a picada de um morcego. Ao desencadear a raiva, um vírus que pode ser transmitido do animal para os homens, Cujo se torna um cachorro violento, causando a morte da maioria dos demais personagens.

Entre eles, temos a família Trenton – Vic, um publicitário; Donna, uma dona-de-casa que trai o marido; e Tad, seu filho – e a família Camber – Joe, um mecânico; Charity, uma dona-de-casa amedrontada pelo marido; e Brett, seu filho. O que ambos têm em comum? São vítimas de Cujo. Enquanto Vic sai para uma viagem a trabalho após descobrir a traição da esposa, Donna e Tad levam o carro velho para consertar na oficina de Joe Camber. Charity e Brett estão viajando também, portanto, Camber aproveita para vadiar Gary Pervier e ambos são mortos por Cujo, com mordidas na garganta e nos testículos.

Donna e Tad ficam a mercê do cão raivoso e descobrem que nunca serão resgatados, pois as situações não se encaixam. Talvez seria falta de sorte? O final que King reserva para eles é surpreendente e nos deixa de queixo caído. Mesmo sendo repetitivo e cansativo em diversos momentos, King e Cujo conseguem mostrar para o leitor o poder de uma boa história. O que acontece com eles? Bom, aí você mesmo terá que descobrir…

Fonte: Skoob

Fonte: Skoob

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