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As Aventuras de Tom Sawyer - Mark Twain

De clássico da literatura a hit de banda de rock, Tom Sawyer é um nome que nos remete a diversas lembranças. Desde as peripécias de um menino travesso em companhia de seu melhor amigo, Huckleberry Finn, trazendo da sua melhor forma a nostalgia que todos nós carregamos dentro de si; ou então a inocência de uma criança que tem uma imaginação que transcende a normalidade.

Estamos falando do clássico da literatura norte-americana As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain, que é um livro atemporal, mesmo que tenha sido escrito no fim do século XIX. Defini-lo como uma obra imprescindível da literatura faz com que essa afirmação traga muitas discussões, levando em consideração que o peso de seu valor tem viés de entretenimento.

Diferentemente de outros clássicos grandiosos da mesma época, como Anna Karenina, de Liev Tolstói e O Retrato de Dorian Grey, de Oscar Wilde, Twain não perde sua notoriedade por ter narrado um personagem infantil. A falta de complexidade nas histórias de Tom Sawyer também não faz com que seja considerada uma publicação sem fundamento. Pelo contrário: esse lado pessoal do autor faz com que o público tenha um entendimento comum e uma maior proximidade com o livro.

Outros fatos ainda causam comoção na obra de Twain: Sawyer é um menino órfão que vive com sua tia Polly, sua prima Mary e seu irmão Sidney. Alguns personagens coadjuvantes também mostram sua importância na obra, como Becky Tatcher, a menina por quem Tom é apaixonada e Joe Harper, um dos seus amigos. O cenário é retrato da própria infância do autor: acontece às margens do Rio Mississipi, sendo pano de fundo para as narrativas sobre piratas.

A importância de Mark Twain para a cultura norte-americana pode ser vista com bons olhos, ainda mais por Tom Sawyer ser uma das atrações do Magic Kingdom Park, aberta ao público desde 1956. Por mais que a sua obra conquiste novos leitores com menos frequência do que outros livros, como O Senhor dos Anéis e Harry Potter, nota-se que nem mesmo as imperfeições de uma criança são capazes de afastar o público, que ainda gosta de transformar a leitura em um momento de prazer.

Obs.: para quem tem preguiça de se aventurar nos clássicos, existe uma boa analogia dessa obra com a fábula A Cigarra e a Formiga, do francês Jean de La Fontaine. Tom Sawyer é a personificação da Cigarra, que enxerga a vida como uma diversão e não entende a necessidade de ser uma pessoa mais responsável, mesmo que ainda seja uma criança.

As Aventuras de Tom Sawyer

Fonte: Skoob

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