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O Colecionador de Ossos - Jeffery Deaver

De tempos em tempos, os livros de mistérios são protagonistas das minhas leituras. É um dos gêneros literários que considero de maior intensidade, pois sempre existe uma adrenalina que nos acompanha durante essas experiências. Mais uma vez, fui atrás de algo que pudesse me arrepiar as espinhas, mas nem sempre uma boa nota no Skoob e uma adaptação cinematográfica são capazes de sustentar a minha opinião.

“Quando a vida é mais terrível do que a morte, esse é o valor mais puro para viver.”

O Colecionador de Ossos, do escritor norte-americano Jeffery Deaver, já impressiona pelo título. É uma daquelas obras que parecem iniciar uma série de narrativas macabras, além da grande quantidade de páginas que impressiona a qualquer um. Em 1999, foi adaptado para as telonas com direito a grandes nomes, como Denzel Washington e Angelina Jolie.

Lincoln Rhyme. Este é o nome que irá acompanhá-lo por toda a jornada de Deaver. É um personagem que tem como principal característica o fato de ser tetraplégico, que o impede de movimentar e/ou sentir seus movimentos. No entanto, a sua mente se destaca por tamanha inteligência em resolver os enigmas de grandes assassinos.

“Às vezes, não podemos simplesmente ser o que devemos, não podemos ter aquilo que temos o direito de ter. E a vida muda. Talvez, apenas um pouco, talvez muito. E, em algum ponto, simplesmente não vale a pena tentar consertar o que está errado.”

Um maníaco está sequestrando e matando pessoas em troca de uma paixão: colecionar ossos. O que parecia um caso sem solução parece ganhar luz com o personagem principal de O Colecionador de Ossos. Em meio a tanto sangue e dor, Deaver já transforma os anos 90 em algo clichê: uma policial mulher que tem suas habilidades desafiadas, ao mesmo tempo em que serve para ser o par romântico de Rhyme.

O crime, que até então parecia não ter solução, descobre que a fórmula do sucesso dos livros de mistério e suspense é ainda a mesma com o passar dos anos. Esperava que O Colecionador de Ossos fosse  um daqueles suspenses de tirar o fôlego, mas trata-se simplesmente de uma aula de física, química e biologia, ao mesmo tempo em que temas forenses e jurídicos também são abordados.

“A morte cura a solidão.”

A única pista que você precisa seguir para resolver este problema é ter paciência, pois mesmo com uma narrativa repleta de ação, há um quê de monotonia. 

O Colecionador de Ossos

Fonte: Skoob

 

 

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